
Instante
Estava exausta do trabalho. Sentia dores. Cheguei diante de minha porta. Suspirei. Meu corpo parecia feliz. A cama estava a minha espera, mas minh’alma queria mais. Derrubei a bolsa. Peguei a chave. Entrei. Aquela visão monótona da casa não agradava o espírito. Começava a chover. Me deitei. O frio dava uma sensação aconchegante. Contudo, meus olhos teimavam em não fechar. Percebi que a noite seria longa. Mesmo cansada, o sono não me vinha. Fui à cozinha. Peguei uma xícara de café. O som da chuva me chamou até a janela. Tudo o que eu queria naquele instante era fugir de mim. Expandir para todo o mundo tudo que estava a sentir e, que por um motivo inexplicável, o trabalho me tomara. As lágrimas começavam a correr-me o rosto e se misturava a contemplação daquele momento chuvoso. Tão perto de mim, tão longe dos meus olhos. Por um instante esvaziei a mente como se as lágrimas que rolaram dos meus olhos tivessem levado meus desejos, sonhos, anseios, problemas, tudo. Tudo, enfim, que me perturbava. A xícara esvaziou e sono enfim chegou-me...
Débora Kelly
1º ano A – da Escola de Referência em Ensino Médio Professor Arnaldo Carneiro Leão – Paulista – PE
Junho de 2009
DEBORA, SERIA MUITO FELIZ DE TÊ-LA COMO FILHA. CONTUDO, TÊ-LA COMO UMA EXCELENTE ALUNA JÁ ME DEIXA MUITO FELIZ!
ResponderExcluirVOCÊ É MUITO ESPECIAL!
Esse texto ficou PE-TA-CU-LAR!(foi de proposito o erro tá!)
ResponderExcluirAff nem parece que foi eu quem fiz kkk!
Tio te gosto muito visse principalmente porque o senhor acredita em mim...
Obrigado por tudo! BJOK!
olha debora virando escritora este texto nem parcere ter vindo de uma mente de uma aluna do 1 ano
ResponderExcluirMuito bom mesmo (digno de uma mente brilhante)
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